Logo do Jusbrasil com acesso para a página inicial
Todos
Todos
Artigos e Notícias
Jurisprudência
Diários Oficiais
Modelos
Peças Processuais
Legislação
Consulta Processual
Doutrina
Buscar no Jusbrasil
Cadastre-se
Entrar
Home
Consulta Processual
Jurisprudência
Doutrina
Artigos
Notícias
Diários Oficiais
Peças Processuais
Modelos
Legislação
Diretório de Advogados
Advogado Online
Assinante
Paulo Gurjão
Belém (PA)
4
seguidores
21
seguindo
Seguir
Principais áreas de atuação
Direito Tributário
,
11%
Direito Empresarial
,
11%
Direito de Família
,
11%
Contratos
,
11%
Outras
,
56%
Ver mais
Comentários
(
3
)
Paulo Gurjão
Comentário ·
há 7 anos
Brasil tem um advogado para cada 190 habitantes
DR. ADEvogado
·
há 7 anos
São informações utópicas. Ao´longo de décadas, a OAB, em todo o Brasil, registra novos advogados. Se em determinado Estado se contabiliza um total de 50.000 profissionais registrados, é óbvio que, no decorrer de décadas, muitos já faleceram, outros já não exercem e, infelizmente, há muitos que estão inscritos na ordem, mas não exercem efetivamente a profissão. Com todo respeito, advogado mesmo, na acepção da palavra, exercendo o ofício com absoluta fidelidade, acredito que contabilizam um número muito menor. Na verdade, o exercício vitorioso de qualquer profissão está associado intrisecamente à verdadeira vocação do indivíduo.
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Paulo Gurjão
Comentário ·
há 7 anos
Ensino de Filosofia e Sociologia poderá se tornar obrigatório no nível médio
Pauta Jurídica
·
há 7 anos
Para que haja desenvolvimento do senso crítico de jovens e adolescentes do Ensino Médio é fundamental que as disciplinas sejam ministradas de forma imparcial, sem vertentes políticas, estabelecendo uma linha abrangente de conhecimentos filosóficos e sociológicos nas suas mais variadas vertentes de pensamento. Infelizmente, na atual conjuntura, não é o que ocorre. Sou professor e tenho acompanhado o processo ensino-aprendizagem, nesse aspecto. Praticamente, com raras exceções, não há isenção ideológica na ministração dessas disciplinas, com uma dominante corrente esquerdista que manifesta de forma indutiva , em detrimento de outros pensamentos, as suas convicções que lhe foram semeadas no próprio seio das universidades brasileiras. Tal como juiz de futebol, ao apitar um jogo, deve isentar-se do ânimo de torcedor, assim deveria proceder nossos professores. Não gostaria que meus filhos recebessem educação inconsequente que limita a visão crítica, cerceia o pensamento racional e produz a militância fanática e imune a qualquer reflexão frente a análise de fatos reais. Nem esquerda, nem direita. Educação ampla, sem partido, sem militância, sem indução, respeitando o direito constitucional do aluno em verdadeiramente aprender.
3
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Paulo Gurjão
Comentário ·
há 9 anos
Trabalhador não terá que pagar se perder processo
Luis Henrique Oliveira
·
há 9 anos
Realmente a legislação trabalhista massacrou duramente os empresários durante décadas até se transformar numa avalanche de ações tendenciosas, desonestas e superdimensionadas que coagiam a empresa a desembolsar valores incompatíveis com a realidade devida. Alguns milhares de "trabalhadores", acompanhados por seus patronos, passaram a fazer uso da legislação e das decisões judiciais teratológicas, desprovidas do mínimo senso de justiça real, para ingressarem sistematicamente com ações absurdas a cada nova relação laboral. A única forma que o empresário dispunha para defender o interesse da empresa e de dezenas ou centenas de colaboradores que dela dependiam, era verificar nos tribunais trabalhistas a vida pregressa do pretenso novo funcionário. Todavia, até isso o judiciário coibiu protegendo o sigilo dos nomes dos reclamantes e incentivando indiretamente esse comportamento nocivo na seara jurídica. Em que a reforma prejudicou trabalhadores? Cortou 1/3 de férias? Cortou 13º salário? Cortou FGTS? Nenhum trabalhador será penalizado se reivindicar o que é justo. A legislação nova obriga o causídico e reclamante a respeitar a ética, o direito e o próprio sistema judiciário. Testemunhei empresas fecharem suas portas por ações trabalhistas injustas. Indenizações absurdas em valores que a própria instituição não conseguiu poupar ou lucrar em anos e anos de atividade. Ao mesmo tempo, em consequência imediata, dezenas de pais de família, trabalhadores da empresa, perderam seus empregos gerando na minha mente um paradoxo: Afinal era esse o papel da Justiça do Trabalho? E a função social da empresa preconizada pela Constituição Federal? É justo ceifar o emprego de dezenas de trabalhadores em função de uma ação ou cumprimento de uma sentença discrepante da realidade ? Obviamente, apesar de haver ações pautadas na verdade, muitas ações trabalhistas se tornaram um procedimento paradigmático. Reclamações idênticas em casos diversos. Formas padronizadas de reclamar, de coagir, de extrair o que não era justo. Com toda certeza, essa forma distorcida de exercer direitos não encontra respaldo nos princípios éticos que norteiam a nobre missão de defender e lutar pela justiça. Enfim, trabalhador jamais deixará de receber o que lhe é devido e jamais será penalizado se requerer com honestidade
8
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Recomendações
(
2
)
Edu Rc
Comentário ·
há 9 anos
Juiz reverte demissão em massa e diz que reforma é inconstitucional
Camila Vaz
·
há 9 anos
Pois é José, a empresa se prepara para ficar com o funcionário mais 10 meses e demiti-los pagando TODOS os custos OBRIGATÓRIOS se não houver mudança na entrada de caixa. Obrigar o empregador a ficar mais um mês que seja, são mais custos que NÃO estão previstos e pode levar os proprietários a ter que arcar com bens pessoais para pagar os direitos trabalhistas. O que parece que apoia este tipo de protecionismo não percebe, é que o próximo empresário, ao invés de arriscar ficar com funcionários até o limite para tentar recuperar a empresa, irá demitir com qualquer incerteza de mercado, pois talvez tenha que ficar outros 6 a 8 meses bancando um funcionário sem saber se poderá ou não demitir. Talvez alguns achem isto bom, mas me parece que é desestimular a criação de empregos - aliás, parece que criar empregos no Brasil é quase um crime -. Realmente a insegurança é muito grande para quem empreende.
4
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Daniel Azevedo
Comentário ·
há 9 anos
Juiz reverte demissão em massa e diz que reforma é inconstitucional
Camila Vaz
·
há 9 anos
Melhor resposta. Decisão estapafúrdia do juiz, a empresa nao demite pq quer, pq é malvadona, o governo é q nao da segurança e estrutura pra empresa sobreviver, pelo contrário, ele sufoca a empresa e a economia com o excesso de leis que existem. Saiam da bolha jurídica de vcs, em países desenvolvidos, a facilidade de demissão e contratação atrai mais empresas e consequentemente mais empregos e riqueza.
18
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Perfis que segue
(
21
)
Carregando
Seguidores
(
4
)
Carregando
Tópicos de interesse
(
14
)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres
Criar minha conta
Travessa Castelo Branco, 1417 - Bairro de São Brás - Belém (PA) - 66063223